Arquivo para Setembro, 2008

Simples assim…

Cada pessoa, apesar de tudo, tem o controle sobre sua própria vida, suas ações e sobretudo suas consequencias, quem disser que não está errado. Acredito eu.

Na verdade é bem simples, você faz uma coisa, isso gera uma reação e você de algum modo lida com isso. Não tem isso de que não se tem controle, por que na verdade, isso faz alguma diferença mesmo? A qualquer rminuto, a qualquer hora, em qualquer dia, basta que uma pessoa se levante e faça algo pra provar que todo mundo está errado, e somos sim, senhores do nosso destino.

Ficar se lamentando, ficar negando algo, ou fingir que nunca aconteceu, pode funcionar, claro, mas não muda nada, o que muda são ações. Pode-se entretanto, requerer a ajuda dos outros, isso de modo algum é errado, as vezes uma conversa para expandir os horizontes pode ajudar bastante, as vezes a propria pessoa pode de algum modo resolver seja lá o que aconteceu, ou mesmo apenas te dar a força que você precisa pra fazer alguma coisa.

E sabe o pior? Isso nem sequer é dificil… Tomar decisões também não é dificil, basta ver o que você gostaria que acontecesse e trabalhar em pró disso. Ok, decidiu? Agora faça algo. Simples não? Não sabe o que fazer? É claro que sabe, você acabou de decidir.

Nesse ponto deve-se expor algo: Ouça as outras pessoas.

Don Michael Corleone disse uma vez “Nunca fique com raiva, atrapalha o raciocinio“, mas isso também vale para outros sentimentos, tristeza, decepção, que seja. Qualquer tipo de sentimento atrapalha o raciocinio, então ou você separa as duas coisas, ou conversa com alguem que possa pensar melhor que você.

Geralmente, eles vão dizer algo que você já sabe, ou algo extremamente simples. Mas mesmo assim, ouça eles. Quem foi que disse que tudo requer uma solução complicada? Na verdade tudo é bem simples, as pessoas que complicam tudo… Respostas simples são sempre as melhores, e certamente as mais efetivas.

Ao menos, deve-se considerar uma coisa, na verdade acho que um professor meu disse isso uma vez. Se você tem um problema, tente uma solução simples, deu certo ótimo, não deu, bom, você causou vários outros problemas menores, problemas menores são mais fáceis de resolver. Isso na verdade faz bastante sentido. Se não fizer, pelo menos você tomou alguma atitude, o chamado primeiro passo, depois disso tudo torna-se mais fácil.

Problemas são sempre simples.

PS. Eu não tenho a menor idéia por que estou escrevendo isso. Sério.

PS2. Eu sei o que vão falar “Ahhh tá, ouça os outros? Como se você fizesse isso!”, eu sei disso, ok? Só estou dizendo o que as pessoas deveriam fazer, não o que eu faço, certo, Lari, Ueiri, Lucas? =)

Normal?

Engraçado como as coisas são… Há um tempo tudo parecia meio normal demais, nada de interessante, nada de bom, as coisas simplesmente não aconteciam, ou se aconteciam davam errado (whatever, isso não vem ao caso!). Eu comecei a me perguntar por que, afinal, as coisas não estavam ruins, só ‘normais’ demais.

Mas isso não é engraçado, o engraçado é que agora tudo voltou ao normal denovo. E isso na verdade é extremamente bom…

É bom ter a velha rotina novamente, ter as pessoas queridas por mim por perto, poder simplesmente não fazer nada mas ao mesmo tempo estar fazendo alguma coisa, conversar de madrugada com um amigo, tomar um café a noite com algumas pessoas ou simplesmente ver alguém comer um croisant. Parecem simples coisas, e na verdade são, o que torna tudo diferente são as pessoas envolvidas.

Por falar em pessoas envolvidas, é bom ter várias pessoas por perto mesmo que elas estejam longes… Basta uma simples conversa para vermos o quanto estas pessoas ainda são importantes mesmo depois de vários dias sem contato, á elas agradeço simplesmente por um ‘Olá tudo bem como vai?’. É interessante também poder conversar com pessoas com as quais eu nunca havia conversado, ironicamente isso faz com que as coisas não sejam tão normais…

Se antes tudo estava chato por estar normal demais, agora está tudo certo por, também, estar normal demais.

Ou seja, normalidade assim como várias outras coisas é uma questão de ponto de vista. A variável aqui são as pessoas…

Does it make any sense?

PS. Prioridades, sabe?